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De frente com o trainer - Conheça a história do Eduardo Rosa

Eduardo Rosa é trainer do Instituto Eneagrama e gestor à frente da franquia de Santa Maria. Confira o De frente com trainer:

Eduardo Rosa, trainer do Instituto Eneagrama e gestor à frente da franquia de Santa Maria, iniciou a sua jornada com eneagrama há seis anos. Hoje, vê a sala de aula como parte fundamental da sua vida e acredita que o eneagrama é equilíbrio.

Mas nem sempre o Eduardo foi capaz de gerir suas emoções e atitudes da forma que realiza hoje. Em entrevista exclusiva para o blog do IE, ele nos conta sua trajetória até aqui. Confira o De frente com trainer com Eduardo Rosa:

Como descobriu o eneagrama?

Conheci o treinamento em 2014, trabalhava no mercado imobiliário e estava em um momento decisivo, precisava dar uma virada na minha carreira. Quando fiz o eneagrama da personalidade, foi um choque de realidade. Descobrir a forma como construí minhas relações permitiu que eu enxergasse a fórmula que eu utilizava para me relacionar em todas as áreas da minha vida.

Não foi fácil, perceber um vazio que eu mesmo construí foi um processo doloroso. Mas também foi libertador quando pude identificar esses padrões de comportamento e com determinação e autoconhecimento, neutralizar alguns desses vícios.

Pode nos dar um exemplo desses vícios?

Achava que me relacionar com as pessoas era perda de tempo. Lembro de traços do meu perfil desde a infância. Características que me impediam de me relacionar com meus colegas de forma mais próxima, como convidá-los para ir na minha casa. Não queria me sentir exposto e nem minhas origens expostas. Sou de família humilde e não queria que as pessoas vissem e identificassem minha realidade.

Sempre tive aptidão por esportes individuais pela dificuldade de trabalhar em equipe. E isso me fez, claro, perder momentos com amigos e colegas. Ainda gosto bastante dos desafios individuais, mas hoje prefiro trabalhar, realizar e ganhar em equipe.

E quando o eneagrama se transformou em profissão?

Depois que fiz o treinamento, continuei estudando e em contato com as pessoas do Instituto. Em 2014, fui convidado para fazer parte do Instituto de forma efetiva. Eu ainda trabalhava no mercado imobiliário, com grandes investimentos e tinha uma carteira de clientes fiel. Liguei para cada um e disse: a partir de agora, não trabalho mais com investimentos imobiliários, trabalho com eneagrama.

Em 2015, começamos a minha preparação para sala de aula. E, no final desse ano, eu realizei a minha primeira turma. De lá para cá, a minha vida é dedicada ao fortalecimento e aperfeiçoamento do treinamento e do Instituto.

Como foi a primeira turma?

Frio na barriga, afinal o ego ainda estava ali. Mas com a ferramenta do eneagrama, tinha a possibilidade de escolher como iria usar isso, como conduzir a situação.

Estava muito preocupado com a performance, queria ter o melhor desempenho. Mas ao mesmo tempo sabia o que queria, não tinha a menor dúvida. Foi marcante e emocionante. A cada turma, também relembro a minha sessão de identificação, aquela lá em 2013. É sempre muito intenso. Mas tenho algo que considero uma qualidade: como fui conduzido de forma gentil e empática na minha formação, tento ser um trainer gentil e empático nas minhas aulas.

Como lidar com o business e o envolvimento emocional?

Antes mesmo da sala de aula, já nos conectamos com as pessoas. Quando as pessoas passam da sala de aula, acabou a venda. Ali é amparo, condução, compreensão. Em sala de aula, não sou um empreendedor, sou um facilitador.

O que o eneagrama significa para você?

Equilíbrio.

E o que significa apresentar o eneagrama para as pessoas?

Significa transformação, dar a oportunidade para elas de colocar gosto na vida.

A partir dessa trajetória, consegue lembrar de algo marcante?

Posso citar dois momentos que não aconteceriam sem o eneagrama. O primeiro, quando comprei os meus cachorros. Foi uma forma de transformação, me aproximei de dois seres que podem até colocar minha casa em desordem, mas que me dão muito mais que isso.

O segundo e mais importante, o nascimento do meu sobrinho, um novo vínculo, uma nova forma de me relacionar. Ele é muito importante para mim e chegou quando eu já tinha me desarmado, aprendido a me entregar nas relações. Ele é realmente muito especial.

Como era o Eduardo antes?

Antes era só eu, eu e eu. Não queria sociedade, não queria trabalhar para os outros e nem uma relação muito duradoura, nem que um ser dependesse de mim.

E o Eduardo depois?

Valorizo muito mais o SER, quem sou, quem as pessoas são. Continuo ambicioso, mas de uma nova forma, uma ambição para todos, quero que todo mundo cresça.

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ÚLTIMOS COMENTÁRIOS
  • Jacqueline Hermes - 13/03/2019

    "Eduardo é um excelente profissional, focado e dedicado ao auxílio aos colegas das demais franquias, sempre com ideias inovadoras e disposto a ouvir opiniões. Admiro sua evolução no SER e no FAZER. Parabéns!"

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